25/05/15

Dos momentos espontâneos


Andava eu a pôr a escrita em dia quando recebo uma chamada da C. ao fim da tarde. Disse que estava por perto e perguntou-me se não queria tomar um café. Um quarto de hora depois, estávamos sentadinhas na Padaria Portuguesa a tagarelar. Contou-me que se cruzou várias vezes com o Rodrigo Leão no Oceanário (deixando a je com uma pontinha de inveja) e que o estágio estava quase a acabar. A dada altura lembrou-se de perguntar como é que ia o meu blog. Eu, timidamente, respondi:
- A... bem. Com os horários do aeroporto, sabes como é... mas eu tenho escrito.
- Sim, mas tens tanto sobre o que escrever. 
E debita-me uma data de temas super entusiasmada. Conheci-a no liceu, quando eu ainda era uma pitinha cheia de acne e o mais engraçado é que nem sequer andávamos na mesma escola. Podemos não falar todos os dias,  na verdade, já não a via há algumas semanas, mas quando nos encontramos é sempre com sorrisos e com uma carrada de novidades. Assim voaram quase dez anos... ficámos ali quase duas horas à conversa.

E vai ser a minha futura manager ehehhe.

2 comentários:

  1. Olha, precisava de alguém assim, que chegasse ao pé de mim e me fizesse uma listinha dos temas que podia abordar no blog porque às vezes fico sem inspiração nenhuma eheh deve ser óptimo ter uma amizade assim :')

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"Eu desejava dizer muitas coisas à rapariga que roubava livros, acerca de beleza e brutalidade. Mas o que podia eu dizer-lhe acerca dessas coisas que ela não soubesse já? Queria explicar-lhe que estou constantemente a sobrestimar e a subestimar a raça humana - que raramente me limito a estimá-la. Queria perguntar-lhe como podia a mesma coisa ser tão horrível e tão gloriosa, e as suas palavras e histórias tão nefandas e tão brilhantes", Mark Zusak em " A Rapariga que roubava livros"

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