03/05/15

Orphan Black

Dylan Bruce, Tatiana Maslany e Jordan Gavaris

Quando era mais nova adorava ver inúmeras séries televisivas, mas confesso que fui perdendo a paciência. Primeiro, porque tinha de esperar um ano para saber o que ia acontecer a seguir - até lá já me tinha esquecido de muitos pormenores - depois porque, em geral, as temporadas iam ficando cada vez piores... até deixar de fazer sentido. 

A morte do Derek Shepard da Anatomia de Grey foi notícia por aí. Esta era uma das séries que via inicialmente mas depois acabei por desligar. O facto de ter percebido também que a Shonda Rhimes adora matar personagens não ajudou muito. 
Lembro-me de ver alguns episódios com a M. quando andávamos no liceu. Sempre que os médicos pediam uma lâmina dez para abrir o paciente, eu só dizia: "Ai que horror, M. muda de canal, por favor tira!" Ela revirava os olhos e abanava a cabeça de reprovação, enquanto pegava no comando. 

De momento, sigo apenas duas séries: Once upon a time e Orphan Black. A primeira sigo religiosamente e conquistou-me desde o primeiríssimo episódio. A segunda comecei a ver há pouco tempo e também me deixou rendida. Tiro o chapéu à Tatiana Maslany, não deve ser nada fácil ser 9 pessoas diferentes. E para quem vê a série, a Cosima é a mais gira de todas, é ou não é verdade? :)

E por aí, que séries gostam de ver? :)

1 comentário:

  1. Conheço a primeira mas não sigo. A segunda nunca tinha ouvido falar :) eu sigo várias, The Vampire Diaries, The Original, Forecer, Castle, Criminal Minds, Perception, Elementary entre outras que não sigo religiosamente como estas mas que vou vendo episódios soltos tipo CSI, Five-O e coisas assim :D

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"Eu desejava dizer muitas coisas à rapariga que roubava livros, acerca de beleza e brutalidade. Mas o que podia eu dizer-lhe acerca dessas coisas que ela não soubesse já? Queria explicar-lhe que estou constantemente a sobrestimar e a subestimar a raça humana - que raramente me limito a estimá-la. Queria perguntar-lhe como podia a mesma coisa ser tão horrível e tão gloriosa, e as suas palavras e histórias tão nefandas e tão brilhantes", Mark Zusak em " A Rapariga que roubava livros"

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