01/06/15

Em segurança

                                                     Jennifer Morrison


Devido a um episódio que me pôs o coração aos saltos a semana passada- algo que certamente ficará para outro post - pus-me a reflectir no conceito da segurança. Nessa mesma noite, já de luzes apagadas e aninhada na cama, sentia-me segura e aliviada. Verdade seja dita, o ser humano precisa desse sentimento desde pequeno e, se não o encontra no seio familiar, há de procurar noutro lugar. Mesmo na vida adulta há-de o procurar sempre: vai querer ter estabilidade financeira, familiar, amorosa.. Eu sei que estou a constatar o óbvio, mas o facto é que me pus a pensar em que situações  me sentia assim... segura. E sorri perante a minha simplicidade nas respostas. 

Sabem aquela sensação de tomarmos um banho e vestirmos algo quente de seguida, enquanto nos espera uma chávena de chá a fumegar? Sobretudo quando chegamos a casa ensopados no Inverno. Quando fazemos algo que adoramos. Ou quando estamos com os nossos amigos, com aquelas pessoas que gostam realmente de nós? Ou ainda quando aquela pessoa está connosco e sentimos os seus lábios pressionados contra os nossos? Mais importante... quando estamos connosco próprios?  

São estas pequenas coisas que valem a pena.   Algo tão simples mas ao mesmo tempo tão seguro.

2 comentários:

  1. São pequenas coisas que no final fazem uma grande diferença :)

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  2. A tua última frase diz tudo! São mesmo as pequenas coisas que fazem a diferença.

    r: Arroz doce já dispenso, mas quando sabemos que perto de nós vendem coisas que gostamos é difícil resistir :D

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"Eu desejava dizer muitas coisas à rapariga que roubava livros, acerca de beleza e brutalidade. Mas o que podia eu dizer-lhe acerca dessas coisas que ela não soubesse já? Queria explicar-lhe que estou constantemente a sobrestimar e a subestimar a raça humana - que raramente me limito a estimá-la. Queria perguntar-lhe como podia a mesma coisa ser tão horrível e tão gloriosa, e as suas palavras e histórias tão nefandas e tão brilhantes", Mark Zusak em " A Rapariga que roubava livros"

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