16/06/15

O curso de escrita

Desde sempre que andava à procura do curso de escrita criativa perfeito e acho que o encontrei ontem. Fica perto do Largo de Camões e durante cerca de duas horas não parámos de escrever: fizemos mil e um exercícios de rajada e o espaço tinha um ambiente muito acolhedor, na companhia de chá e bolachas Maria. 

Claro que com "moi-self" as coisas nunca poderiam correr às mil maravilhas, há sempre qualquer coisa para contar e, desta vez, não foi excepção. Tinha eu já tudo preparadinho: sandes na mala (o curso acaba as 22h), mais caderno e caneta. Ia primeiro para as aulas de condução e depois seguia directamente para o curso. Muito bem. A caminho do curso, dou por falta de algo... cacete, o caderno ficou no carro! Liguei para a escola a avisar, mas já não ia a tempo de voltar para trás. Estava dez minutos atrasada. Quando cheguei, toquei à campainha e, ao sair do elevador, a porta abre-se e dou de caras com uma senhora.
- Olá, A. 
- Olá. Como é que sabe o meu nome? 
- És a única que falta. 
Esbocei um sorriso amarelo e pedi desculpa. 
- Não tem problema, a formadora também acabou de chegar. Sou a Diana e aqui tratamo-nos todos por tu. 
A minha sorte é que resmas de papel foi o que não faltou naquela aula. 

6 comentários:

  1. Um sorriso "amarelo", dadas as "cilcunstâncias", parece-me uma piada de mau gosto. ahahahahah

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  2. Ora aqui está um curso que gostaria de frequentar.

    Beijinhos

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  3. A vida é feita das grandes e pequenas expressões verbais as quais compoem os versos da poesia de nossa vida... FP. Lindo dia.

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  4. Tem que haver sempre uma peripécia para tornar as coisas mais interessantes :D

    r: Sabe sempre bem viajar por Bragança!

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  5. Ao menos ficaste com o problema solucionado :p adorava fazer um curso de escrita criativa mas os que vejo são caros :s

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  6. o que importa é que correu tudo bem! :)

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"Eu desejava dizer muitas coisas à rapariga que roubava livros, acerca de beleza e brutalidade. Mas o que podia eu dizer-lhe acerca dessas coisas que ela não soubesse já? Queria explicar-lhe que estou constantemente a sobrestimar e a subestimar a raça humana - que raramente me limito a estimá-la. Queria perguntar-lhe como podia a mesma coisa ser tão horrível e tão gloriosa, e as suas palavras e histórias tão nefandas e tão brilhantes", Mark Zusak em " A Rapariga que roubava livros"

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