20/01/16

Dos amores platónicos


Quem é que nunca teve um amor platónico? Eu já. Entenda-se por tal como uma pessoa por quem tenhamos uma valente paixão - daquelas que causam alta dor de cabeça estão a ver? - no entanto, nunca houve nada entre vocês. Um amigo meu disse-me que, tal como todos os mortais, também teve um e foi a pessoa que mais gostou em toda a sua vida. 

Fiquei a pensar. Como é que podemos gostar tanto de uma pessoa mas, ainda assim, não haver nada? E depois percebi. Depende muito da perspectiva. Basicamente, gostamos dela e pronto. É das coisas mais puras e mais frustrantes que existe. Porque é ela que nos deixa um sorriso no rosto, é o cheiro dela que nos faz estremecer, é a última pessoa com quem falamos antes de adormecermos. Depois, acontece algo que nos magoa e parece que o mundo vai desabar. Pior que o Apocalipse. 

Faz tudo parte da vida. Bem me recordo que alguns destes amores platónicos tinham um sabor bem amargo, mas o certo é que eles nos mudam muito. 

Já tiveram algum? Foi complicado ou até correu bem? :)

14 comentários:

  1. Os meus amores são todos uma desgraça, sejam eles platónicos ou não...
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  2. Faz parte da vida idealizar a pessoa amada...e quando se descobre que a idealização não existe, vem a realidade...
    Dói um pouco... mas a realidade é melhor!!!

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  3. Não, não posso dizer que me tenha acontecido... =P

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  4. Já tive, mas foi tranquilo :)
    Estou totalmente de acordo com o texto!

    r: É isso mesmo*

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  5. Mesmo!!! e que, cada vez mais, nos estragam a pele :/

    Por acaso nunca tive mas sei de casos bem complicados :o

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    InstagramFacebook Oficial PageMiguel Gouveia / Blog Pieces Of Me :D

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  6. Creio que todos já tivemos paixões platónicas, fazem parte da vida =)

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  7. Funny photo!
    Kisses from germany, Sophie♥

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  8. Eu tive um. Durou 5 anos e acho que ele nunca chegou a saber. Foi no início da adolescência.

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  9. r: Exatamente! Não podemos é desistir :)

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  10. Tive um quando era bem novinha tipo 12/13 anos :p era uma loucura, eu devia andar no 7º ano e ele já era repetente de 9º xD aquilo era bem forte mas depois passou-me e não foi a pessoa de quem mais gostei, foi só a pessoa de quem mais gostei platonicamente até encontrar o meu actual namorado nada platónico xD

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  11. Sempre fui a menina dos amores platónicos. Aceleram o coração, fazem sonhar e não magoam. Pelo menos a mim, nunca me fizeram sofrer: a paixão (ou lá o que era) foi sempre diminuindo gradualmente.

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  12. Não se conta como amor platónico porque nunca tinha falado para ele. Mas havia um rapaz no básico que tinha uma crista super engraçada e eu achava-lhe piada. Como a escola era pequena andava sempre a vê-lo e quando não via andava à procura. ahaha
    kiss na cheek

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"Eu desejava dizer muitas coisas à rapariga que roubava livros, acerca de beleza e brutalidade. Mas o que podia eu dizer-lhe acerca dessas coisas que ela não soubesse já? Queria explicar-lhe que estou constantemente a sobrestimar e a subestimar a raça humana - que raramente me limito a estimá-la. Queria perguntar-lhe como podia a mesma coisa ser tão horrível e tão gloriosa, e as suas palavras e histórias tão nefandas e tão brilhantes", Mark Zusak em " A Rapariga que roubava livros"

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