09/10/16

Dos clientes que valem a pena

Emma Watson


Trabalhar com o público não é fácil. Sim, é muito giro mas há sempre algum cliente mais atrasado que, se calhar, faz-te uma pergunta ainda mais idiota. No entanto, também há outros que nos surpreendem pela positiva. Tinha acabado de vender dois bilhetes a umas senhoras e, de repente, uma delas diz-me: 

- Olhe, a menina é muito bonita. 

Sinto um calorzinho nas faces e agradeço o elogio. Fez-me ganhar a manhã.

11 comentários:

  1. Humm eu acho A LISBOETA mais linda... mais "nipônica"
    Anata-wa.. kirei-na desu"

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  2. Clientes dessas haviam de te aparecer todos os dias (;

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  3. Ainda existe gente simpática. E, com toda a probabilidade, com muito bom gosto ;)

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  4. Esses comentários são sempre agradáveis, estamos fartos de críticas negativas.

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  5. Comentários assim é que valem a pena, faz logo o nosso dia melhor :)

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  6. É daquelas coisas... Há os clientes horríveis mas depois há um que faz valer a pena :)
    Beijinhoo*

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  7. Muito obrigado, querida :D
    Sim, dá logo outro ar :D

    Já me aconteceu algo idêntico mas também já apanhei gente muuuuito reles :P

    NEW WISHLIST POST | What I really need this New Season :o
    InstagramFacebook Oficial PageMiguel Gouveia / Blog Pieces Of Me :D

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  8. Trabalhar no atendimento ao público ou com clientes, é uma coisa bem difícil. As pessoas conseguem ser horríveis! Mas depois há dias que aparecem pessoas queridas e simpáticas, que vale por isso tudo =) Houve uma senhora que, no outro dia, me chamou "morenaça" e que disse que tinham um cabelo lindo. Fiquei logo contente para o resto do dia =)
    ***

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"Eu desejava dizer muitas coisas à rapariga que roubava livros, acerca de beleza e brutalidade. Mas o que podia eu dizer-lhe acerca dessas coisas que ela não soubesse já? Queria explicar-lhe que estou constantemente a sobrestimar e a subestimar a raça humana - que raramente me limito a estimá-la. Queria perguntar-lhe como podia a mesma coisa ser tão horrível e tão gloriosa, e as suas palavras e histórias tão nefandas e tão brilhantes", Mark Zusak em " A Rapariga que roubava livros"

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