22/01/17

Do outro lado do medo


Ao ínicio, sentimos medo e, quando damos por isso, já este se apoderou de nós. O medo de arriscar. O medo de perder alguém. O medo de mudar de trabalho e de vida. O medo de roubar um beijo àquela pessoa. O medo de ser feliz. O medo de ficar sozinho. O medo de dizer o que sentimos. O medo de ser julgado. 

É sempre a merda do medo. Depois apercebemo-nos do que estamos a perder por causa desse sacana. A pouco e pouco vamos enfrentando-o, como uma fénix que renasce das cinzas. 

Afinal não foi assim tão mau mudar de trabalho. Foi aterrador ao ínicio, é certo, mas os resultados valem por tudo. De súbito, ter beijado aquela pessoa foi a decisão mais acertada. Apesar do calafrio na barriga, valeu a pena porque... quando é que terias outra oportunidade para o fazer? 

Chega a uma altura em que percebes que não te podes deixar consumir por ele porque senão irás viver a vida num eterno "E se...?" E se tivesse arriscado? E se tivesse feito isto ou dito aquilo? É o tipico cliché do mais vale arrependeres-te do que fizeste do que aquilo que não fizeste. O que eu sei é que viver sem nunca saber o que existe do outro lado do medo é tramado. 

Por isso, toca a arriscar. 
  

8 comentários:

  1. Se não arriscarmos nunca iremos descobrir se vai dar certo ou não!

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  2. Concordo plenamente! :) Beijinhos

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  3. É verdade. Por medo, deixamos de fazer tanta coisa que queríamos. Temos de ser mais corajosos.

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  4. Obrigado, querida :D Sem dúvida que deve ser sempre assim!

    Acho que o medo nos limita muita. Vale mais fazer com medo do que nos martirizarmos com os "ses" da vida!

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"Eu desejava dizer muitas coisas à rapariga que roubava livros, acerca de beleza e brutalidade. Mas o que podia eu dizer-lhe acerca dessas coisas que ela não soubesse já? Queria explicar-lhe que estou constantemente a sobrestimar e a subestimar a raça humana - que raramente me limito a estimá-la. Queria perguntar-lhe como podia a mesma coisa ser tão horrível e tão gloriosa, e as suas palavras e histórias tão nefandas e tão brilhantes", Mark Zusak em " A Rapariga que roubava livros"

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