10/07/17

Longo dia.


Após um dia que parecia não ter fim, não tenho palavras para descrever a sensação de chegar a casa e sentir o silêncio. De parar de ser abordada por pessoas e não ter de sorrir, fazendo conversa fiada só porque sim. De poder ouvir os meus pensamentos e estar comigo mesma. De poder ficar sossegada. Nem que seja por um bocadinho. 

Sabe-me pela vida. 

3 comentários:

  1. Sinto-me igual, hoje. E acredita que vir ler os vossos blogs foi o melhor remédio! Estar acompanhada estando sozinha... <3

    Um beijinho dourado,

    Catarina

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"Eu desejava dizer muitas coisas à rapariga que roubava livros, acerca de beleza e brutalidade. Mas o que podia eu dizer-lhe acerca dessas coisas que ela não soubesse já? Queria explicar-lhe que estou constantemente a sobrestimar e a subestimar a raça humana - que raramente me limito a estimá-la. Queria perguntar-lhe como podia a mesma coisa ser tão horrível e tão gloriosa, e as suas palavras e histórias tão nefandas e tão brilhantes", Mark Zusak em " A Rapariga que roubava livros"

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