08/09/19

Uma sorte do caraças



Sim. Tive uma sorte do caraças. Passo a explicar: há 4 anos andava perdida da vida e não sabia aquilo que me fazia feliz. Entretanto, tive sessões de Coaching e descobri a pólvora, percebi que queria ensinar - bem, vou-vos confessar uma coisa, no âmago do meu ser até o sabia, mas não acreditava nesse sonho. Então aí a minha guerra começou: trabalhei muito e investi na minha formação. Resultado: consegui. (isto passando à frente muitos capítulos claro). Não estou a dizer que cheguei ao topo da montanha ou que agora vou dar aulas para o resto da vida. Honestamente, não sei.  Apenas sei que neste momento faz-me muito feliz. 

E onde é que entra a sorte no meio disto tudo?, perguntam-me vocês. Sim, porque até agora apenas batalhei muito para atingir um objetivo, portanto, não foi sorte. Não, de todo. A sorte entra agora: na vida, continua a existir pessoas merdosas. Pessoas que são um verdadeiro cancro andante e não, não estou a ser má. Pessoas que nos sugam as energias todas, se nós o deixarmos e, quem sabe ficamos mesmo doentes ao estar em constante contacto com elas. Eu tenho a sorte de agora trabalhar longe dessas pessoas. Trabalho com alunos bem dispostos, educados e com muita sede de aprender. Por isso quando surgem essas pessoas é como se rebentassem a minha bolha de alegria e unicórnios, fazendo-me cair na realidade. 

Não querendo parecer altiva ou arrogante - porque não sou ninguém para o ser -  eu não sei se deva sentir repugnância dessas pessoas ou pena.

Seja como for, estou grata. 

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"Eu desejava dizer muitas coisas à rapariga que roubava livros, acerca de beleza e brutalidade. Mas o que podia eu dizer-lhe acerca dessas coisas que ela não soubesse já? Queria explicar-lhe que estou constantemente a sobrestimar e a subestimar a raça humana - que raramente me limito a estimá-la. Queria perguntar-lhe como podia a mesma coisa ser tão horrível e tão gloriosa, e as suas palavras e histórias tão nefandas e tão brilhantes", Mark Zusak em " A Rapariga que roubava livros"

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