Vão haver sempre pessoas a mandarem-nos abaixo. Que dizem que não vamos ter sucesso, que não vamos conseguir, que vai correr mal. Mais interessante se torna quando essas pessoas são aquelas que mais nos deveriam apoiar . Pode nem ser por mal... às vezes, e por mais irónico que pareça, é porque se importam connosco e por isso dizem tais coisas. Outras vezes é só mesmo por maldade ou inveja.
Seja como for... nada disso interessa. O que importa mesmo és tu e aquilo que queres (ou não queres) para ti. Somos nós. Hoje tive um dia daqueles, sabem? Luminosos. Em véspera de folgas, podia ter aproveitado para descansar ou ler um livro, mas não. Assim que cheguei a casa, arrumei o quarto, doei dois sacos de roupa, tirei o pó aos livros de alemão e mandarim e ainda estive a ver o que preciso de material escolar. Pois, adivinhem quem vai voltar a estudar. E não, não vai ser na faculdade. Vai ser algo mais auto-didacta. Sempre adorei as cadeiras de língua e ficava aborrecida quando tinha de largar o alemão para estudar outra cadeira mais chata - como a teoria da literatura. Por outras palavras, vai ser brutal.
Existe também o oposto das pessoas que descrevi no primeiro parágrafo. Há aquelas que ficam genuínamente felizes com as tuas decisões e além de te apoiarem, ajudam-te. Aquelas que te aceitam tal e qual como és, com todos os teus defeitos. Todos mesmo. Porque te conhecem. E eu sinto-me grata por isso.
Sim, hoje foi um dia de esperança. De abraçar um novo desafio.






