28/11/16

Trocar o "V" pelo "B": no Porto

Tudo começou com umas férias no Norte. O melhor amigo mudou-se para lá decidi aproveitar estes diazitos livres para ir visitá-lo. Nunca tinha ido ao Porto e a verdade é que adorei aquilo. A cidade é lindíssima e, apesar de ter estado um péssimo tempo, ainda assim deu para passear e conhecer novo sítios. Penso que é isso que realmente importa nas férias: descansar a cabeça. Abstrair-nos da vida real, nem que seja só por uns dias. Pelo menos, esse objectivo foi cumprido :-)

Uma coisa que reparei - além de as pessoas serem, no geral, muito simpáticas - foi que a cada três passos, encontrava um café ou pastelaria. Como devem calcular, foi díficil resistir a tanta comida!

Porto








Porta



Porta





E por aí? O que acham desta bela cidade? :-)

19/11/16

As lavandarias, a salvação no Inverno



Desde que começou o mau tempo, as lavandarias têm sido a minha salvação. Apesar de serem culturalmente americanas, têm crescido cada vez mais por cá. Para minha sorte, abriu uma mesmo ao pé de casa e adoro o seu serviço, deixando sempre a roupa quentinha! 

No entanto, é sobretudo o ambiente do espaço que me atrai. De repente, estamos a conversar com pessoas que ali estão, enquanto esperamos que a máquina acabe. Quando dou por mim, estou a conversar com a proprietária e já nos tratamos por tu. Outras vezes, encosto-me nos sofás e pego num dos livros que lá têm.

Sem dúvida que foi uma boa aposta! E por aí? Também costumam ir? :-)

12/11/16

Quando 3 mulheres se juntam...

Eu e a minha futura colega de casa em conversa.

- Bom, então eu irei viver convosco no dia 1 de Dezembro, calha a uma quinta. Depois é sexta e fim-de-semana.

- Pois... mas não estou a perceber onde queres chegar. 

Ela olha para mim com um sorriso de orelha a orelha e diz simplesmente:

- Então... festa!!! 

Cheira-me que vem aí muita rambóia. Oh se vem!

08/11/16

Entre família



 Já não via a minha melhor amiga há um mês e tal. Fomos a um café bastante acolhedor e assim que tirei o casaco e sentei-me no sofá, oiço isto:

- As tuas mamas estão maiores. Não estás grávida, pois não?

É assim que me apercebo que estou oficialmente em família.

30/10/16

Eu e a comida


Eu sempre fui daquelas pessoas que basicamente punha tudo à boca e gordura nem vê-la. Contudo, - e antes de me rogarem uma praga - dizem que com o passar do tempo o metabolismo deixa de ser assim e é bem verdade. Já acrescentei uns quilinhos aos 48 que tinha, não estou gorda mas, se continuar a comer porcarias... para lá caminho. 

Primeiro, os doces. São a minha perdição e é onde tenho de trabalhar mais. Sobremesas e snacks cobertos de açúcar foram riscados da minha lista. Só muito ocasionalmente, vá. Legumes, fruta e bolachas com pouco açúcar são mais que bem-vindos. É que eu até me porto bem nas refeições mas, durante o dia petisco imenso e... não vou para as coisas boas. 

Segundo, exercício. Piscina, caminhadas, abdominais. Acima de tudo, quero fazer disto estilo de vida. Não vai ser fácil, de todo. Há dias em que a preguiça fala mais alto, mas no fim de contas... a saúde vale mais, não?

Alguma dica que queiram partilhar comigo? :-)

 

27/10/16

Tic, tac...


Para mim, o tempo é algo do mais valioso que há e não convém de todo desperdiçá-lo. Eu tenho a filosofia de que viemos ao mundo com os dias e os minutos contados e, por esse motivo, é para aproveitá-los ao máximo. 

É bastante bonita na teoria mas pode tornar-se bastante desgastante na prática.  Percebi que estava a viver esta ideia ao extremo quando fui fazer uma caminhada pela cidade por ideia da minha colega de casa. Sem objectivo, sem hora marcada para estar e foi o suficiente para me fritar a mente. Andar num passo calmo, sem pressas. Sentada num café de papo para o ar, a olhar para as pessoas à minha volta. Ou seja, algo que fazia quando era mais nova mas, com o passar dos anos, deixei de o fazer - a menos que esteja de férias, claro. 

Percebi que não podia viver assim nessa constante pressão comigo mesma. É importante não perder o foco nos nossos objectivos sem dúvida, mas não ao ponto de ficarmos stressados ou até frustrados quando não conseguimos cumprir com todas as tarefas que tínhamos planeado para esse dia. Deste modo, prometi a mim mesma tirar uma hora durante o dia para relaxar. Sem culpa, sem cumprir prazos. Quem sabe, um dia pode ser tarde demais para aproveitar estes pequenos momentos... Até agora, não está a correr mal :-)

E por aí? Também já vos aconteceu ou nem por isso?  

23/10/16

Skydive

O despertador tocou às sete horas em ponto. Lá fora, estava escuro como a breu e roguei uma praga por não me ter ido deitar mais cedo na véspera. Acabei por arranjar coragem para sair da cama e ir a Évora SALTAR DE PÁRA-QUEDAS. Sinceramente, acho que ainda não conseguia acreditar que o grande dia chegara, por fim. No geral, sentia-me bastante tranquila. Ora dormitava na viagem, ora lia ou devaneava. 

Chegámos ao aeródromo por volta das onze da manhã. Preenchemos a papelada e aguardámos, pois tínhamos duas pessoas à nossa frente. Digamos que essa espera não ajudou mas os nervos só começaram a aparecer quando nos fomos equipar. É importante ressalvar que a equipa foi brutal. Super simpática, punham-nos à vontade e explicaram todo o procedimento da coisa.

Quando íamos a entrar para o avião é que caí na realidade e só pensava para mim: "Porquê, Catarina??? Porque é que te foste meter nisto?". Para quem adora andar de avião, como eu, os vinte minutos seguintes foram uma maravilha. Ver a cidade de Évora de cima vale muito a pena, sem dúvida. Estava eu bem mais relaxadaa conversar com os instrutores e o meu melhor amigo, quando o grande momento chegou. A porta do avião abre-se e temos de nos atirar para aquele vazio. O frio cortava-me o rosto, via um sol tímido a tentar penetrar todas aquelas nuvens. No segundo a seguir estava a cair do céu. É uma sensação incrível, é algo que se deve fazer pelo menos uma vez na vida.










Não me interpretem mal, eu estava borrada de medo. E, durante os primeiros segundos, achava mesmo que ia perder os ténis porque pareciam que me iam cair dos pés. Contudo, todo o salto foi de suster a respiração e cheio de adrenalina. Valeu mesmo a pena. E estava grata por ter o meu melhor amigo ao meu lado em mais um desafio. 

Podem conhecer mais sobre o sítio e toda equipa fantástica aqui
Devaneios Lisboetas. Com tecnologia do Blogger.

Vamos devanear?

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Acerca de mim

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"Eu desejava dizer muitas coisas à rapariga que roubava livros, acerca de beleza e brutalidade. Mas o que podia eu dizer-lhe acerca dessas coisas que ela não soubesse já? Queria explicar-lhe que estou constantemente a sobrestimar e a subestimar a raça humana - que raramente me limito a estimá-la. Queria perguntar-lhe como podia a mesma coisa ser tão horrível e tão gloriosa, e as suas palavras e histórias tão nefandas e tão brilhantes", Mark Zusak em " A Rapariga que roubava livros"

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