Ao ínicio, sentimos medo e, quando damos por isso, já este se apoderou de nós. O medo de arriscar. O medo de perder alguém. O medo de mudar de trabalho e de vida. O medo de roubar um beijo àquela pessoa. O medo de ser feliz. O medo de ficar sozinho. O medo de dizer o que sentimos. O medo de ser julgado.
É sempre a merda do medo. Depois apercebemo-nos do que estamos a perder por causa desse sacana. A pouco e pouco vamos enfrentando-o, como uma fénix que renasce das cinzas.
Afinal não foi assim tão mau mudar de trabalho. Foi aterrador ao ínicio, é certo, mas os resultados valem por tudo. De súbito, ter beijado aquela pessoa foi a decisão mais acertada. Apesar do calafrio na barriga, valeu a pena porque... quando é que terias outra oportunidade para o fazer?
Chega a uma altura em que percebes que não te podes deixar consumir por ele porque senão irás viver a vida num eterno "E se...?" E se tivesse arriscado? E se tivesse feito isto ou dito aquilo? É o tipico cliché do mais vale arrependeres-te do que fizeste do que aquilo que não fizeste. O que eu sei é que viver sem nunca saber o que existe do outro lado do medo é tramado.
Por isso, toca a arriscar.
Afinal não foi assim tão mau mudar de trabalho. Foi aterrador ao ínicio, é certo, mas os resultados valem por tudo. De súbito, ter beijado aquela pessoa foi a decisão mais acertada. Apesar do calafrio na barriga, valeu a pena porque... quando é que terias outra oportunidade para o fazer?
Chega a uma altura em que percebes que não te podes deixar consumir por ele porque senão irás viver a vida num eterno "E se...?" E se tivesse arriscado? E se tivesse feito isto ou dito aquilo? É o tipico cliché do mais vale arrependeres-te do que fizeste do que aquilo que não fizeste. O que eu sei é que viver sem nunca saber o que existe do outro lado do medo é tramado.
Por isso, toca a arriscar.





