21/01/16

Tarte de mascarpone e morangos

Não é que seja uma chef de cozinha, mas gosto bastante de cozinhar e os resultados normalmente até costumam correr bem (eu disse normalmente!). Decidi então vestir o avental e fazer uma sobremesa. Ora, o que vocês não sabem é que tive uma má experiência com doces e desde então foquei-me mais nos pratos principais. Há uns anos tentei fazer arroz doce - coisa simples para começar - e acabei com o tacho queimado.  Demorei duas horas a esfregá-lo e passei a olhar de soslaio para as sobremesas. 

No entanto, como diz o ditado, ano novo vida nova portanto decidi quebrar esta ideia e arriscar. Fui ao blog da Joana Roque - o meu cantinho de culinária preferido - e tirei esta receitinha. Eis o resultado:


É apenas necessário queijo mascarpone, doce de framboesa, açúcar em pó, a massa para a base e um fruto para decorar. No meu caso, escolhi morangos e a massa era quebrada. Digo-vos foi das melhores tartes que já comi e nem sequer ficou muito doce. Está mais que aprovada :-)

20/01/16

Dos amores platónicos


Quem é que nunca teve um amor platónico? Eu já. Entenda-se por tal como uma pessoa por quem tenhamos uma valente paixão - daquelas que causam alta dor de cabeça estão a ver? - no entanto, nunca houve nada entre vocês. Um amigo meu disse-me que, tal como todos os mortais, também teve um e foi a pessoa que mais gostou em toda a sua vida. 

Fiquei a pensar. Como é que podemos gostar tanto de uma pessoa mas, ainda assim, não haver nada? E depois percebi. Depende muito da perspectiva. Basicamente, gostamos dela e pronto. É das coisas mais puras e mais frustrantes que existe. Porque é ela que nos deixa um sorriso no rosto, é o cheiro dela que nos faz estremecer, é a última pessoa com quem falamos antes de adormecermos. Depois, acontece algo que nos magoa e parece que o mundo vai desabar. Pior que o Apocalipse. 

Faz tudo parte da vida. Bem me recordo que alguns destes amores platónicos tinham um sabor bem amargo, mas o certo é que eles nos mudam muito. 

Já tiveram algum? Foi complicado ou até correu bem? :)

12/01/16

Miss Independent



Costumo dizer na brincadeira que a independência é o meu nome do meio. É dos valores que mais estimo e é também das melhores coisas de sempre. A sensação de não depender de ninguém nem ter de dar justificações, de ter conseguido fazer algo sozinha - por mais insignificante que seja - vale ouro. No entanto, minto se disser que sempre fui assim. Quando era mais nova, o "estar por minha conta" aterrorizava-me e, por isso, preferia mais estar nas mãos dos outros , à sua mercê. Porque, verdade seja dita, assustava-me olhar para o meu umbigo. Óbvio que isso não era bom e, mais óbvio ainda, foi ter levado com valentes cabeçadas... vezes suficientes para aprender algo de importante. A pouco e pouco, fui-me conhecendo e aprendi a ser mais autónoma. Best thing ever happened. 

Claro que isto não é só um mar de rosas. Ser independente implica estar lá para receber os louros, mas também para dar a cara quando a coisa não corre bem, chamemos-lhe vá, ser responsável pelos nossos próprios actos. E nem toda a gente gosta desta parte. Eu não sou excepção, mas faz parte da vida dos crescidinhos. Ainda assim, acho que compensa. É um bom negócio.  

E por aí? Temos muitos Mr. and Ms Independents? Contem-me tudo :-) 

07/01/16

No meu tempo

... o Nokia 3310 era dos melhores.

... a Cidade FM ainda era brasileira.

... os discmans eram moda no recreio.

... os "Ficheiros Secretos" passavam na tvi.

... a Britney Spears era ainda "Baby One More Time"

... O Top+ era o meu programa aos sábados à tarde.

... o Gameboy foi um grande companheiro.

... adorava fazer "Quantos Queres" e usar os meus colegas de escola  como cobaia.

... o Tamagoschi foi um belo animal de estimação.

... os Backstreet Boys eram um belo antídoto para os desgostos amorosos.

... ficava horas a conversar no Messenger, vendo as janelas cor-de-laranja a piscar.

Os tempos mudaram e eu fui atrás. Melhor é impossível :-)

Lembram-se de mais alguma? 

05/01/16

Novo ano


A expressão: ano novo, vida nova nunca fez tanto sentido para mim como em 2016. Larguei a minha cidade, a minha casa, o meu trabalho e comecei no melhor lugar possível, a sul, no Algarve. 

Gosto de lhe chamar o meu período sabático, um período mais que merecido e que me vai permitir perceber aquilo que quero fazer ou que não quero fazer. 

Não tenho muito o hábito de fazer resoluções nem balanços. Posso apenas dizer que o ano que passou foi um ano de conquistas, apesar dos altos e baixos claro e espero que este ano seja tão bom ou ainda melhor. 


Tenham um óptimo 2016 e que me continuem a acompanhar com meus devaneios :-)
Devaneios Lisboetas. Com tecnologia do Blogger.

Vamos devanear?

devaneioslisboetas@gmail.com

Acerca de mim

A minha foto
"Eu desejava dizer muitas coisas à rapariga que roubava livros, acerca de beleza e brutalidade. Mas o que podia eu dizer-lhe acerca dessas coisas que ela não soubesse já? Queria explicar-lhe que estou constantemente a sobrestimar e a subestimar a raça humana - que raramente me limito a estimá-la. Queria perguntar-lhe como podia a mesma coisa ser tão horrível e tão gloriosa, e as suas palavras e histórias tão nefandas e tão brilhantes", Mark Zusak em " A Rapariga que roubava livros"

Blogging.pt

Blog Portugal

A devanear comigo