21/01/16

Tarte de mascarpone e morangos

Não é que seja uma chef de cozinha, mas gosto bastante de cozinhar e os resultados normalmente até costumam correr bem (eu disse normalmente!). Decidi então vestir o avental e fazer uma sobremesa. Ora, o que vocês não sabem é que tive uma má experiência com doces e desde então foquei-me mais nos pratos principais. Há uns anos tentei fazer arroz doce - coisa simples para começar - e acabei com o tacho queimado.  Demorei duas horas a esfregá-lo e passei a olhar de soslaio para as sobremesas. 

No entanto, como diz o ditado, ano novo vida nova portanto decidi quebrar esta ideia e arriscar. Fui ao blog da Joana Roque - o meu cantinho de culinária preferido - e tirei esta receitinha. Eis o resultado:


É apenas necessário queijo mascarpone, doce de framboesa, açúcar em pó, a massa para a base e um fruto para decorar. No meu caso, escolhi morangos e a massa era quebrada. Digo-vos foi das melhores tartes que já comi e nem sequer ficou muito doce. Está mais que aprovada :-)

9 comentários:

  1. Sem ser mousses de fruta, nunca me aventurei a fazer doces. Não sei porquê mas acho sempre que as probabilidades de correr mal são muito maiores. De qualquer forma, a receita pareceu-me fácil e a tarte ficou com óptimo aspecto! Tenho que ver se me aventuro haha.

    Ricardo, The Ghostly Walker.

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  2. Sou um zero em doces, adorava que saíssem bem mas tentei tanto que desisti =)

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  3. Boa tarde, é uma receita a tomar em consideração porque certamente é saborosa e de repetir.
    AG

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  4. Não há nada como experimentar..


    Isabel Sá
    http://brilhos-da-moda.blogspot.pt

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  5. Eu cá não me importava nada de comer um pouquinho agora...

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  6. Oh pá!! Tem tão bom aspecto e aposto que sabe hiper bem :D

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"Eu desejava dizer muitas coisas à rapariga que roubava livros, acerca de beleza e brutalidade. Mas o que podia eu dizer-lhe acerca dessas coisas que ela não soubesse já? Queria explicar-lhe que estou constantemente a sobrestimar e a subestimar a raça humana - que raramente me limito a estimá-la. Queria perguntar-lhe como podia a mesma coisa ser tão horrível e tão gloriosa, e as suas palavras e histórias tão nefandas e tão brilhantes", Mark Zusak em " A Rapariga que roubava livros"

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