16/08/17

Orphan Black


Mais uma que chegou ao fim. Tem um bocado de ficção científica a mais? Sim, tem. Tem uma elenco brutal e uma protagonista fabulosa capaz de interpretar 7 ou 8 personagens diferentes? Tem, pois. Se foram 5 anos muito bons e vai deixar saudades? Sem dúvida. Infelizmente para o ano não há mais. 

Mais alguém fã da série? :)

05/08/17

E já lá vão 2 anos

 O meu boguinhas em Porto Covo, numa roadtrip

 Lembro-me deste dia sempre com muita alegria. Já lá vão dois anos com a carta de condução na carteira e não atropelei ninguém até a data, o que é fantástico. 

Há dois anos, comecei este dia numa pilha de nervos mas, depois do exame, segui rumo a Faro (de autocarro porque, medricas como sou, não iria logo percorrer cerca de 300 km sozinha de carro). Cheguei à noite ao meu Algarve com um Volkswagen Polo à minha espera na estação. Assim que entrei no carro, vi uma caixa de Kinder Hippo e um gelado à minha espera no tablier, acompanhado pelo maior dos sorrisos do homem mais querido do mundo - também conhecido pelo meu melhor amigo. 

Ora bem, eu poderia dar-vos aqueles conselhos cliché de "nunca desistir" e de "lutar por aquilo que acreditam". Um desafio nunca é fácil, seja ele qual for e, perdi a conta das vezes em que pensei em desistir. Não o fiz porque, honestamente... já tinha investido tanto dinheiro na carta que seria absurdo não terminá-la (ah, e o facto de já ter arranjado carro enquanto estava na escola também ajudou.) Escolhi continuar, porque ainda hoje me lembro da sensação de vitória e, digo-vos que é das melhores da vida. "Foda-se consegui. Meses a aturar isto e acabou finalmente. Vou celebrar com a minha gente", pensei eu para mim. 

É certo que estou longe de ser o próximo Michael Schuhmacher, até porque continuo um desastre a estacionar. No entanto, ninguém me tira o prazer de andar pela estrada.

P.S- Podem ler o post de há dois anos aqui.


04/08/17

A camisa

 A famosa peça

Acabadinha de chegar a Loulé e saio de casa com o meu melhor amigo. 

- Olha, uma toalha igual à...

Ele pega num trapo velho que estava no chão. 

- É a minha camisa!!! 

- O quê? Mas tens a certeza?

- Tenho! Marca River Island, tamanho XS - respondeu ele com a maior das certezas.

Já eu chorava de tanto rir com o espanto dele.  

- Nem acredito que isto esteve aqui durante 4 dias aqui no chão. Já viste como as pessoas são honestas aqui?

- Ou então a camisa é tão feia que ninguém a quer.

- Não é nada feia!!! 

Fomos para o carro e, por essa altura, já me doía a barriga de tanto rir.

28/07/17

Planos furados...


 Passámos por uma marina e o meu melhor amigo disse:

- Um dia vou comprar um barco.

- Olha, para mim não dava, que eu enjoo.

- Eu também.

- Então para que querias um barco?

- Oh, para te levar a passear. Mas assim iríamos vomitar os dois, esquece lá isso.

Verdade seja dita, este homem tem um coração grande.

26/07/17

Férias


 Conceito de férias: um período de tempo sem pensar no trabalho. Pelo contrário, aproveitar essa altura para reflectir sobre aquilo que quero (ou não quero), para estar com quem gosto e ver coisas novas. E não podia ter escolhido melhor cidade para tal.

17/07/17

Complexo de Édipo


 Tudo começou comigo a sentar-me no sofá após um longo dia, de auscultadores na cabeça. De repente, veio-me a imagem do meu pai a fazer o mesmo há uns anos atrás e percebi o prazer da coisa. De ouvir música e deixar a mente devanear, tão simples quanto isso.

Quando eu era pequenina, adorava andar atrás do meu pai pela casa. Se ele fosse para a cozinha, eu ia também. Se ele fosse para a sala, eu fazia o mesmo - para a casa de banho então era uma comédia! Lembro-me que ele muitas vezes ficava sentado na sofá com os auscultadores, sorridente e olhava para mim, com um olhar de quem sabe muito mais do que aquilo que aparenta. 

Agora, sou eu que o fico a observar sorridente, para aquele homem que me criou. Herdei o seu espírito trabalhador e lutador, assim como, o seu lado mais criança e ternurento (tem dias). 

Por isso, sim, podem chamar-me menina do pápá porque sou mesmo :-) Mais alguém po aí?

10/07/17

Longo dia.


Após um dia que parecia não ter fim, não tenho palavras para descrever a sensação de chegar a casa e sentir o silêncio. De parar de ser abordada por pessoas e não ter de sorrir, fazendo conversa fiada só porque sim. De poder ouvir os meus pensamentos e estar comigo mesma. De poder ficar sossegada. Nem que seja por um bocadinho. 

Sabe-me pela vida. 
Devaneios Lisboetas. Com tecnologia do Blogger.

Vamos devanear?

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Acerca de mim

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"Eu desejava dizer muitas coisas à rapariga que roubava livros, acerca de beleza e brutalidade. Mas o que podia eu dizer-lhe acerca dessas coisas que ela não soubesse já? Queria explicar-lhe que estou constantemente a sobrestimar e a subestimar a raça humana - que raramente me limito a estimá-la. Queria perguntar-lhe como podia a mesma coisa ser tão horrível e tão gloriosa, e as suas palavras e histórias tão nefandas e tão brilhantes", Mark Zusak em " A Rapariga que roubava livros"

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