24/05/17

Obrigada

Lembro-me da minha coach olhar para mim e dizer-me:

- Sabes, tu não tens de ser uma Isabel Stilwell do dia para a noite. 

Por outras palavras, não tenho de me tornar na melhor professora do mundo, escritora ou seja o que for, do dia para a noite. Até porque isso é praticamente impossível.  Quis ela dizer-me que é  normal falhar, é normal não acertar à primeira, nem à segunda e às vezes uma terceira. Que é frustrante, no entanto, os grandes não se tornaram nos Grandes num estalar de dedos. 

Vão dizer isso à minha paciência sagitariana, que não lida muito bem com o fracasso. Porém, são estas pequenas coisas que dão sentido ao meu objectivo. São estas coisas que me dão força quando me questiono se consigo realmente fazer isto. Mil obrigados :-) 


19/05/17

O que torna as pessoas odiáveis....


Quem trabalha no atendimento ao público sabe que, de vez em quando, tem de engolir uns quantos sapos. Contudo, há casos em que dá mesmo vontade de regar a pessoa com gasolina e vê-la arder. Senão vejamos este caso: uma senhora aborda-me a pedir uma informação. Até aqui tudo bem, visto  fazer parte do meu trabalho. 

- Bom dia. Onde fica a Swarovski?

- Bom dia. É no segundo piso à direita, senhora. 

- Fica ao pé do quê? 

- Olhe, fica perto da Swatch. 

- Eu não perguntei pela Swatch, perguntei pela Swarovski - dito com o ar mais arrogante de sempre. 

Fiquei a olhar para ela, perplexa. 

- Correcto. E eu disse que fica no corredor da Swatch. 

- Ahhh! ( explosão de risos) Percebi mal. 

E a louca sou eu, claro.

15/05/17

Einstein




Tudo começou com o ávido desejo de melhorar o alemão, apesar do tempo ser escasso. No meio de um zapping sonolento descubro uma série alemã, Einstein. Perfeito para desenferrujar. No meu tempo, não havia cá dessas regalias de pôr a gravar na box e ver mais tarde. Vá lá a minha infância ficou marcada pelos típicos "quatro canais". Digamos que agora tenho um belo serão a ver esta série, no AXN. Sehr gut!

10/05/17

Quando a vida nos tira o tapete...


De repente, o teu trabalho fica em causa sem que tu tenhas feito nada para isso. Sabes que não deves tomar nada como garantido mas a sensação de andares na corda bamba não é boa. Há várias formas de encarar o assunto, sendo uma delas uma oportunidade (forçada) de mudar de vida. De sair da zona de conforto - que outrora foi uma zona desconhecida - e conquistar novos desafios. É, de facto, assim que encaro. Contudo, ter de recomeçar tudo do zero outra vez nem sempre é fácil...

Enfim. Como eu costumo dizer, enquanto tiver saúde tudo o resto se resolve. Que assim o seja.

01/05/17

Sorriso perfeito?

Há dois anos e meio atrás - mesmo depois de ouvir bichos e lagartos - decidi arriscar e pôr aparelho nos dentes. Teve meses mais chatos que outros, mas nada de mais. A dor varia de pessoa para pessoa. Por fim, o dia chegou. O dia em que removi os quadradinhos de metal da boca. O resultado? Os dentes estão tão lisinhos que quase  parecem falsos! É um grande investimento maaas.... vale a pena. Sem dúvida. 


Mais alguém usou? :-) Sei que a qualidade da foto não é a melhor mas foi a primeira que tirei para mostrar o novo sorriso ao meu pessoal. E digamos que, no dia seguinte, foi complicado parar de andar sorridente!

27/04/17

Os finibons



Enquanto descia as escadas rolantes do shopping, vi uma máquina cheia de peluches. Daquelas que ao inserir uma moeda, temos a oportunidade de "pescar"  um deles com um gancho. Comentei com o amigo que estava comigo: "Quando era miúda, os meus pais nunca me deixavam jogar aquilo, sempre achei uma piada!" Passamos por ela e ele coloca uma moedinha. "Vá, tenta a tua sorte". Óbvio que não consegui nenhum peluche mas senti-me com 7 aninhos outra vez. No compartimento ao lado, tinham um monte de finibons e acabei por conseguir fisgar um. No fim, oiço o meu buddy: "Fogo, chouriça, não tens muito jeito com estas máquinas. Não admira que os teus pais não te deixassem jogar...". Repliquei com um seco obrigadinha enquanto levava o ácido rebuçado à boca. Também era do vosso tempo? Tão bem me lembro de ficar com a língua tingida de tanto comer isto na escola.... :D

17/04/17

Férias


Acordar e perceber que não tenho compromissos, nem horários para cumprir pareceu-me mentira. Mas é verdade. Uma semana ao meu dispor, a trabalhar para mim. Vai passar a voar. 

10/04/17

Quando a vida nos dá limões...

Tudo começou com um telefonema às 7 da manhã. Fora do vulgar e o suficiente para abalar o meu mundo. O meu pai precisava de mim e, apenas tive tempo para saltar da cama, ligar à chefe a explicar a situação, vestir qualquer coisa e sair de casa. 

Durante o caminho, repetia as suas palavras na minha cabeça: "Dói-me mesmo o peito, podíamos ir ao hospital?" Sentia-me triste e zangada, ao mesmo tempo, por ele não me ter ligado logo, por ter esperado tantas horas até me pedir ajuda.  Por experiência, nestas alturas não existe tempo para hesitações, somente tempo para agir. Chamar o 112, ajudar os paramédicos naquilo que precisassem e NUNCA, em circunstância alguma, poderia perder a calma. Era legítimo estar nervosa mas, perder a cabeça, seria a minha sentença.  

Uma vez que não podia ir com os paramédicos na ambulância, fui ter ao hospital noutra viatura. O dia estava longe de acabar. Chegar lá, pedir informações a funcionários frustrados com a vida - havia lá um segurança cuja sensibilidade faria furor num estabelecimento prisional mas num hospital passava por incompetente - andar para trás e para a frente à procura do meu pai. Tudo isso é tolerável, tudo menos... a espera. Disseram-me que só poderia ir vê-lo às 11h. Olhei para o telemóvel e roguei uma praga aos dígitos que via no ecrã: 9h15. Vi o meu pai a passar por mim de relance numa cama, rodeado de médicos, enquanto me chamava. 


 Foi a gota de água. É também nestas alturas que a raça humana me surpreende porque, enquanto soluçava, o rapaz sentado ao meu lado dizia-me: "Não fiques assim, vai correr tudo bem. Vão tratar bem dele." Mal ele sabe o quanto me ajudou, porque ali à conversa ajudou o tempo a avançar bem mais depressa. O que assusta é o desconhecido, é o não saber o que está do outro das portas que dá cabo de nós. Um pouco antes das 11h, disseram-me que o meu pai estava bem e que se encontrava no serviço de Cardiologia. 

Agradeci a todos os anjinhos enquanto percorria, mais uma vez, os corredores do hospital. Foi dos piores dias da minha vida mas, como costumo dizer... depois de tanta merda que já enfrentei, venha um touro que eu agarro-o pelos cornos. As mensagens de apoio também foram caindo no telemóvel. Mesmo com um feitio de merda, tenho malta que se preocupa comigo, portanto, alguma coisa de bem eu fiz :-) 

05/04/17

Update


Muito trabalho e cansaço  nas últimas semanas. Contudo, no meio do caos, decido manter-me saudável e dizer "não" às porcarias. Muita fruta e legumes, muito exercício, muita água e boa disposição.

Siga. Por aí, como está a ser essa semana? :-)

29/03/17

Lion


Assim que vi o trailer, soube que seria daquele género de filmes: que me deixa arrebatada no fim a reflectir em tudo e mais alguma coisa. Bom, é para isso que a arte serve, não é verdade? Adorei os cenários, o facto de retratarem um fenómeno bem real na Índia e a história em si... emocionante. Ah, e o facto de o Dev Patel estar um poço de charme, bastante diferente da personagem "Quem quer ser milionário?". 

Recomendo, sem sombra de dúvida.

20/03/17

Retrox Vintage shop

Um domingo solarengo pede um passeio e, desta vez, calhou na companhia do meu pai. Íamos a percorrer a longa avenida Almirante Reis e, de vez em quando, parávamos nalguma lojinha. O meu pai soltava um pequeno resmungo, naquele seu jeito tão característico.

Por fim, acabou por apanhar o metro, cansado da caminhada mas eu, por outro lado, continuei. Estava quase no Intendente e sabia que havia algo que chamava por mim: uma loja de antiguidades - a Retrox Vintage - que, acima de tudo, vende livros do meu escritor preferido: W.Sommerset Maugham. Para quem não conhece, foi ele que escreveu "O Véu Pintado", e posteriormente foi adaptado para o cinema. 

Assim que entrei na loja, pude ver que a disposição estava toda diferente. 

- Mudou a loja! - exclamei em tom de surpresa.

O dono - ou pelo menos, supus que era um dos responsáveis - respondeu-me com um sorriso.

- Bem, é isso que dá graça, ela ser sempre diferente.



Assenti. De seguida, perguntei-lhe pela obra do Maugham, pelo que o dono me explicou que os livros foram transferidos para a MegaStore, na praça do Intendente. De grande, tem apenas o nome porque, na realidade, esta segunda loja é um cubículo. Além de grandes obras vende também discos de vinil bem interessantes. Quando me dirigi lá, atendeu-me uma rapariga muito simpática, que mais tarde percebi ser sobrinha do dono. 

Após um telefonema para o tio, percebemos que os livros que procurava estavam afinal na loja em que estivera anteriormente, a Retrox. Voltei para lá e ele mostrou-me uma colecção de livros do meu Maugham... a minha vontade era levá-los a todos, sem ter de decidir qual comprar, porque todos ficariam lindamente na minha estante. Não sendo possível, optei por dois. Enquanto me preparava para os pagar, comentei:

- Tem uma loja muito bonita. 

- Obrigado - respondeu o dono sorrindo mas, ao mesmo tempo, com um ar nostálgico, quase de tristeza. 

Saí da loja a pensar na sua história, qual terá sido a causa daquela nostalgia mas, acima de tudo, estava feliz com a compra. Anseio pela minha próxima visita. 

Imagem retirada daqui

17/03/17

Bem-vindo, fim-de-semana!


Depois de uma looonga semana, o descanso finalmente chegou. Depois de muito trabalho e aulas para dar, o descanso do guerreiro chegou. Aleluia! 

Tenham um fim-de-semana cheio de devaneios :-)

12/03/17

Quem se lembra?


Há uns dias, usava eu a minha pen de 8 GB quando, de repente, lembrei-me destas relíquias, as famosas disquetes, também conhecidas por floppy disk. Muitos trabalhos de escola guardei nelas, devidamente etiquetadas com "Trabalho de inglês" ou "Área de Projecto". Posteriormente, surgiram as pens de 128MB o que na altura já era uma maravilha. 

Também era do vosso tempo ou nem por isso? :-) 

08/03/17

Drive



O filme "Drive" envolve o Ryan Gosling e carros, logo é um must see. É daqueles filmes que, sem saber porquê, fui adiando até que ontem decidi arriscar. 

Recomendo. 

06/03/17

Way Down We Go


                                                   
 A primeira vez que ouvi isto foi na série "Suits". Foi amor à primeira nota. Desde então, descobri que a banda já participou como banda sonora em diversas séries, incluindo a Anatomia de Grey. 

Tenho a dizer que a música é linda.

01/03/17

Era uma vez um sonho


Tudo começou com o gosto por ensinar. Tal como toda a gente, também tive a minha dose de bons e maus professores, ficando ambos na memória, por motivos diferentes, claro. O que é certo é que cada aluno tem o seu ritmo de aprendizagem, não somos todos iguais.

Há um ano atrás, julgava que não era possível e arranjava mil e um pretextos para não ir com o projecto para a frente. Era natural, porque tinha medo. Medo de falhar. Medo de não conseguir dar conta do recado. Confesso que houve ali umas semanas em que ele falou mais alto e bloqueei, até que percebi que se continuasse assim, não iria a lado nenhum. 

Meses depois, criei um site e daí nasceu o meu projecto de dar explicações, o "Mandarim sem Pauzinhos". É um projecto trabalhoso, ainda vai muito no início, mas vale a pena. Posso dizer que os meus alunos são únicos. Cada um tão diferente, mas todos com uma vontade de aprender enorme. Há coisas que não têm preço, como quando dizem que já percebem a matéria ou que "a aula passou muito depressa". Tanto em aulas presencial como via Skype :-)

Podem cuscar tudo em: www.mandarimsempauzinhos.com

27/02/17

Em modo auto-destruição...

Em uma semana:

- Acabei com uma nódoa negra no pulso, ao espreguiçar-me de manhã. Bati com ele no estrado superior da cama e, ao fim do dia, reparei que estava negra.

- Fiquei com um arranhão a fazer sangue ao estender a roupa. Rogo sempre uma praga ao nosso estendal e, pelos vistos, as más vibrações são mútuas. 

- Desequilibrei-me na passadeira do ginásio. Tudo porque o mp3 ia escorregando e para não ficar com ele pendurado no peito, tentei dar um jeito. Quando dou por mim, estou de joelhos no tapete - que vai a alta velocidade. Resultado: joelho esfolado e as pernas negras. 

Imaginem se vivesse sozinha. Ainda acabaria inconsciente nalguma divisão da casa por ter batido com a cabeça na quina da mesa ou algo do género. 


24/02/17

This Is Us


Confesso que o trailer não me cativou muito. Pareceu-me demasiado alarido, sabem? Tenho a dizer que me surpreendeu bastante. No fundo a série fala sobre pessoas, as suas relações, os seus sentimentos e emoções, abordando problemas bem reais do quotidiano. Mostra também que o universo tem a sua magia e que, de certa forma, é importante tirarmos partido de tudo, até das más experiências. O primeiro episódio deixou-me com um sorriso no rosto. Porque o lema é: "When life gives you lemons, make lemonade." :-)

Eu recomendo.

20/02/17


Depois de anos a olhar para os ginásios com cepticismo, decidi inscrever-me num. Não é que achasse que não fossem eficazes, simplesmente a ideia de fazer exercício confinada a espaço fechado com música em altos berros não me agradava muito. Até que chegou o dia em que decidi que queria tonificar os músculos e percebi que já não tenho 15 anos e que os bollycaos que devoro, se calhar, a longo prazo ficam alapados na barriga. 

Fui, pela primeira vez, no sábado passado com a minha colega de casa, que já estava inscrita. Adorei. Ela lá me explicou como funcionam as máquinas e, no fim, ainda consegui fazer duas séries de abdominais (va lá, para quem não se mexe é muito bom!). Só senti o verdadeiro triunfo quando acordei no dia seguinte toda dorida. Vamos por isto assim: neste momento dói-me se tossir, espirrar, rir às gargalhadas. Fui greedy nos abdominais,ó se fui!  Quanto à música, os fones são os meus melhores amigos.

Aqui estou eu a abraçar a minha onda fitness. E por aí, como é? O que fazem para manter a forma? :-)

13/02/17

A lontra de serviço

A minha colega de casa teve o seu último dia de trabalho, onde costumava trazer salgadinhos lá para casa. Nessa noite, quando chega a casa, diz com o maior dos entusiasmos:

- Catarina, olha, trouxe empadas de frango, folhados de salsicha, tenho um saco cheio. 

Reparem, estávamos em grupo incluindo a minha outra colega de casa mas, por algum motivo, ela apenas se dirigiu a mim. 

Só sei que ela estendeu-me de imediato uma empada e eu deliciei-me. É que são mesmo divinais! :D 

Conclusão: tenho de controlar a minha lontrice.

07/02/17

As chapadas de luva branca



O fascínio pela Lady Gaga continua. Se, ainda há uns tempos a achava uma incompetente, esta actuação deixou-me sem palavras. Mais uma chapada de luva branca, Catarina! 

- Se ela foi excêntrica? Foi, sim senhora.
- Se ela teve a sua elegância? Teve pois.
- Se ela fez playback? Vamos pôr isto assim: nada foi artificial na sua performance.

Tiro-lhe o chapéu com esta actuação. 

06/02/17

Coisas que a minha madrinha diz

A última vez que estive com a minha madrinha foi em Agosto. Vivendo ela em Faro, não nos costumamos ver com muita frequência, apesar de irmos sempre falando. No entanto, ela está cá este mês para ter formação no seu novo trabalho. Para minha alegria, combinámos um encontro que não podia começar da melhor maneira. Ela liga-me e diz:

- Catarina, estou perdida!

Não foi difícil ajudá-la, contudo, devido ao meu terrível sentido de orientação ela acabou por seguir um caminho mais longo, onde teve que andar mais, resmungando: "Porque é que eu fui confiar numa chinesa, em vez de pôr no GPS!". Excelente observação, de facto.

Por fim, consegui avistá-la a descer a rua principal e sugeri que atravessasse na passadeira. 

- Mas... é suposto eu atirar-me para a passadeira?? 

- Pois...

- E os carros param? Ai senhores, eu sou algarvia! 

Eu tinha saudades disto. E ainda ouvi a pérola: "Tu comigo estás segura, tenho botas de biqueira de aço e, se acontecer alguma coisa, levam um pontapé com isto!" Já disse que adoro esta mulher, sem papas na língua? Além de me fazer rir à gargalhada, dá os abraços mais calorosos. Que seria de mim, sem a sua sabedoria.

26/01/17

A minha veia masterchef

Sabem aquela coisa de dizerem que cozinhar é como uma terapia? Eu não ligava muito a isso até que me apanhei sozinha num fim-de-semana. Ora, tempo + boa disposição + criatividade resulta em bolo na cozinha :-) 

Encontrei uma receita de bolo de iogurte e siga. Sim, eu sei que é o mais fácil de se fazer mas, ainda assim, diverti-me à brava. Sossegadinha no meu canto, com a música ligada. 





Uma hora depois, deu isto:


Lição a reter: ignorar o pacote de farinha quando diz "sem necessidade de empregar fermento". That's bullshit. Ficou saboroso à mesma, mas o bolo não cresceu muito. Como a minha colega de casa disse: "Isso é como os shampoos e amaciadores 2 em 1. Não compras, pois não? Exacto, porque são uma treta!

Ainda assim, foi uma vitória :D

22/01/17

Do outro lado do medo


Ao ínicio, sentimos medo e, quando damos por isso, já este se apoderou de nós. O medo de arriscar. O medo de perder alguém. O medo de mudar de trabalho e de vida. O medo de roubar um beijo àquela pessoa. O medo de ser feliz. O medo de ficar sozinho. O medo de dizer o que sentimos. O medo de ser julgado. 

É sempre a merda do medo. Depois apercebemo-nos do que estamos a perder por causa desse sacana. A pouco e pouco vamos enfrentando-o, como uma fénix que renasce das cinzas. 

Afinal não foi assim tão mau mudar de trabalho. Foi aterrador ao ínicio, é certo, mas os resultados valem por tudo. De súbito, ter beijado aquela pessoa foi a decisão mais acertada. Apesar do calafrio na barriga, valeu a pena porque... quando é que terias outra oportunidade para o fazer? 

Chega a uma altura em que percebes que não te podes deixar consumir por ele porque senão irás viver a vida num eterno "E se...?" E se tivesse arriscado? E se tivesse feito isto ou dito aquilo? É o tipico cliché do mais vale arrependeres-te do que fizeste do que aquilo que não fizeste. O que eu sei é que viver sem nunca saber o que existe do outro lado do medo é tramado. 

Por isso, toca a arriscar. 
  

16/01/17

Coisas de bestie


Marcámos um encontro as 20h num centro comercial: eu, a minha bestie e mais duas amigas. Mandei mensagem à minha melhor amiga antes, a perguntar se ela iria já jantada. Andávamos as duas falidas, por isso decidimos comer antes de ir. 

Quando nos encontrámos, as duas outras amigas estavam atrasadas portanto, era só eu e a minha buddy na paragem do autocarro (tanta falta que o meu boguinhas me faz!). 

Eu: Então conseguiste jantar?
Ela: Não tive tempo.
Eu: Bem, eu comi uma sopa mas confesso que já estou outra vez com fome. 
Ela: Pois...
(Pausa) 
Eu: Jantamos por lá?
Ela: Siiim! - respondeu dela acenando vigorosamente a cabeça e com um sorriso de orelha a orelha.

Quando duas lontras se juntam dá nisto! Pela foto, dá para perceber onde fomos jantar, não? :-) 

04/01/17

Telling stories




Por mais que ouça, nunca me canso desta. 


"Leave the pity and the blame
For the ones who do not speak
You write the words to get respect and compassion
And for posterity
You write the words and make believe
There is truth in the space between"
Devaneios Lisboetas. Com tecnologia do Blogger.

Vamos devanear?

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Acerca de mim

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"Eu desejava dizer muitas coisas à rapariga que roubava livros, acerca de beleza e brutalidade. Mas o que podia eu dizer-lhe acerca dessas coisas que ela não soubesse já? Queria explicar-lhe que estou constantemente a sobrestimar e a subestimar a raça humana - que raramente me limito a estimá-la. Queria perguntar-lhe como podia a mesma coisa ser tão horrível e tão gloriosa, e as suas palavras e histórias tão nefandas e tão brilhantes", Mark Zusak em " A Rapariga que roubava livros"

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